Domingo, 21, o jovem craque brasileiro Vinicius Júnior, do Real Madrid, sofreu novos ataques racistas. Durante a derrota do Real para o Valencia por 1 a 0, ele escutou insultos e gritos de “macaco” vindos das arquibancadas, gritados por milhares de torcedores. O jogo foi paralisado por cerca de oito minutos e, posteriormente, Vini Jr foi expulso ao se envolver em uma confusão (com certeza com a cabeça bem quente). Nas redes sociais, ele se manifestou assim: “Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano e Messi, hoje é dos racistas. Uma nação linda, que me acolheu e que amo, mas que aceitou exportar a imagem para o mundo de um país racista. Lamento pelos espanhóis que não concordam, mas hoje, no Brasil, a Espanha é conhecida como um país de racistas. E, infelizmente, por tudo o que acontece a cada semana, não tenho como defender. Eu concordo. Mas eu sou forte e vou até o fim contra os racistas. Mesmo que longe daqui”.
Racismo (2)
O Flamengo, que revelou Vini Jr para o mundo, também se manifestou: “O futebol fica em segundo plano quando a violência toma conta. Violência por ser quem é. Violência repetida, recorrente. Violência quando a vítima é alvo, violência quando a vítima reage e denuncia a injustiça. As cenas chocam e entristecem. Choca mais ainda saber que não é a primeira vez e que tão pouco tem sido feito para combater e impedir que isso se repita. Dizer que racismo é crime é o óbvio. É preciso denunciar a violência que se repete e se intensifica. É preciso tomar atitudes concretas para combatê-lo no dia a dia. @vinijr, estamos sempre com você. Milhões de rubro-negros, milhões de brasileiros, milhões de pessoas que se indignam quando alguém é vítima de violência”.
Racismo (3)
Vini Jr vem sofrendo com racismo na Espanha já há tempos... e sem muita importância, ou seja, autoridades, patrocinadores, clubes e a Liga Espanhola são coniventes com o racismo. O Real Madrid mesmo, se manifestou só depois de 24h... e a notícia correndo o mundo! Complicado...
TEC x Laranja Mecânica
Já estão disponíveis para venda os ingressos para o jogo do TEC contra o Laranja Mecânica (Arapongas), marcado para este próximo sábado, 27, a partir das 15h30, no Estádio 14 de Dezembro, confronto válido pela quinta rodada do Campeonato Paranaense - Divisão de Acesso. O valor é promocional: R$ 10,00, arquibancada e/ou coberta, valor único. Pontos de venda: Palotina Esportes, Panificadora La Salle, Cia Técnica, Escritório João Viana e no escritório do clube (Rua da Faculdade, 927). Até as 12h de sábado o valor será de 10,00, depois R$ 20,00, também valor único para arquibancada e/ou coberta.
O TEC ocupa a penúltima colocação na tabela, com 3 pontos em quatro jogos (três derrotas e uma vitória), mas ainda com boas chances. “Nós temos duas partidas em casa agora que são decisivas: Laranja Mecânica e Andraus Brasil. Ganhando as duas nós entramos na ‘casinha’ para a classificação. Depois teremos mais três jogos e se fizermos o deve de casa e buscar um resultado positivo fora aí garantimos a classificação”, destaca o presidente do TEC, Carlos Alberto Dulaba.
Pesquisa mostra que o Brasil é um dos países menos racistas
Por Dilceu Sperafico
Apesar de tudo o que se acusa e condena, o Brasil é um dos países menos racistas de todo o planeta, com população miscigenada entre indígenas nativos e migrantes europeus, africanos e asiáticos, entre outros, em proporções até certo ponto semelhantes. E o mais importante, com a maioria convivendo normalmente, sem conflitos ou discriminações, somando trabalhos e esforços pelo desenvolvimento econômico e social do País, há vários séculos.
Esse privilégio começou a ser comprovado em 1958, em programa de televisão nos Estados Unidos, quando foram reunidos estudantes intercambistas de países diferentes, para relatar sobre a vida e integração da população em sua terra natal. Na época, vale recordar, a segregação racial era mais evidente em boa parte do território norte-americano e a discussão sobre o preconceito era um dos principais temas do debate com convidados.
Resumindo os depoimentos, a jovem convidada da África do Sul tentou justificar o regime do apartheid. O estudante da Etiópia afirmou que, dentro do seu país, a sua tribo era “superior” às outras e ele não se importava com outros países africanos, já que os etíopes “não tem sangue negro.” A participante italiana, talvez pela herança recente do fascismo dominante na década anterior, preferiu se manter calada e não responder a questão.
A apresentadora do programa, sem outra alternativa, indagou então à quarta participante do programa, estudante brasileira: "E como é no Brasil?" A convidada respondeu orgulhosa: "Nosso País está em vantagem nessa questão, porque nós não temos qualquer segregação. Nós não temos brancos e negros. Temos todas as formas de cores. No Brasil não há a visão de que se a pessoa tem 1/8 de sangue é considerada negra e se ela tem 1/16 ela é branca. Todas são pessoas brasileiras”.
O fato demonstra que a ideia de que no Brasil as diferentes raças viviam em grau de harmonia maior do que em qualquer outro país do mundo era majoritariamente aceita na época, há poucas décadas, quando debates raciais em outros países, sobretudo nos Estados Unidos, motivaram enfrentamentos racistas entre brasileiros. Carreiras acadêmicas foram construídas e organizações não-governamentais desenvolvidas, em torno da ideia de que o Brasil era país essencialmente racista.
A pregação marxista ou esquerdista por antagonismos de opressores contra oprimidos ajudou a disseminar e popularizar essa abordagem, que tem se traduzido em políticas públicas como as de cotas raciais no acesso a universidades e empregos públicos. Felizmente, em tempos atuais, nova pesquisa parece haver resgatado a razão da jovem brasileira que estudava nos Estados Unidos em 1958. Estudo do Policy Institute, ligado ao King's College de Londres, defende a tese de que o Brasil é país dos menos racistas do mundo.
De acordo com a pesquisa científica, apenas 1,0% dos brasileiros ouvidos disseram que não gostariam de ter como vizinhos pessoas de raça diferente da sua. O País apareceu em último lugar nessa lista, seguido da Suécia com 3,0%. Já Irã, Grécia, Filipinas, China e Egito se destacaram como países mais racistas do planeta. O levantamento avaliou dados de 2017 a 2022, coletados pelo World Values Surve, referência em pesquisas. Em 2007, quando cotas raciais eram debatidas em universidades, o jornalista Ali Kamel, da Rede Globo, havia lançado livro com título autoexplicativo: "Não somos racistas", sem contestações. * Dilceu Sperafico é deputado federal pelo Paraná e ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado. Contatos: dilceu.joao@uol.com.br.
Medicamento genérico: funciona mesmo?
Mais barato do que os produtos de referência, o medicamento genérico está presente há 24 anos no Brasil e tem ampliado o acesso a tratamentos de saúde para a população, principalmente aquelas de baixa renda. Criado pela Lei 9.787/1999, que permitiu o registro e comercialização, por qualquer laboratório farmacêutico, de medicamentos com patentes expiradas. “O genérico aumentou a competitividade do mercado farmacêutico, resultando em melhores ofertas para os consumidores e facilitando o acesso e a adesão da população ao tratamento de diversas doenças”, explica o farmacêutico e gerente de inovação e pesquisa clínica da Prati-Donaduzzi, Liberato Brum Junior. “O valor do medicamento genérico é no mínimo 35% menor em comparação com o medicamento de referência, o que garante a continuidade do tratamento de saúde e, consequentemente, melhora a qualidade de vida, aliviando sintomas e curando doenças”, complementa Liberato, que faz parte de uma das principais indústrias de medicamentos genéricos do país. Atualmente, a Prati-Donaduzzi é a maior produtora de medicamentos genéricos em doses terapêuticas e está presente em cerca de 60 mil farmácias e mais de 36 mil unidades básicas de saúde distribuídas por diversos estados brasileiros.
No entanto, mesmo assim, muitas pessoas ainda resistem ao genérico e optam por pagar mais caro pelo produto de referência. Liberato explica que, de forma geral, o medicamento de referência é aquele que traz inovação e é o primeiro a ser comercializado no país, após a certificação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso requer um trabalho de pesquisa que garante a segurança e a qualidade, e comprovação científica junto ao órgão regulador por meio de ensaios clínicos. Em seguida, vem o genérico, que contém os mesmos princípios ativos, mesma dose e forma farmacêutica, mesma posologia e mesma indicação terapêutica. Dessa forma, ele oferece eficácia e segurança equivalentes ao medicamento de referência, comprovados por meio de ensaios de equivalência e bioequivalência farmacêutica.
A médica de Família e Comunidade e professora da Universidade Positivo, Nathalie de Paula Damião, reforça que o medicamento genérico possui a mesma eficácia que o de referência, comprovada por laboratórios e com todas as certificações necessárias para garantir a segurança do tratamento. “Quando pensamos em um paciente que toma vários medicamentos de uso contínuo e, muitas vezes, precisa de mais algum para fases agudas da doença, a diferença no custo final é muito grande. Se ampliarmos isso para municípios e estados que precisam fornecer medicamentos para o SUS, a importância do genérico é ainda maior”, destaca a médica.
MESMA EFICÁCIA
O medicamento genérico possui a mesma qualidade, segurança e eficácia do medicamento de referência. Sua intercambialidade é assegurada por testes de equivalência, que incluem comparações in vitro e estudos de bioequivalência em humanos e apresentados para avaliação final da Anvisa. “As grandes indústrias farmacêuticas utilizam tecnologia de ponta e realizam avaliações rigorosas para cumprir todos os procedimentos de boas práticas de fabricação e controle de qualidade lote a lote, empregando e validando metodologias e processos de acordo com padrões internacionais de qualidade e referência. Isso garante que a classe médica e os pacientes tenham acesso a medicamentos genéricos que atendam a todos os padrões de qualidade, segurança e eficácia”, ressalta Liberato.
21 a 27/5: Cerco de Jericó com o Frei Amarido Ferreira, santa missa sempre às 19h, Seminário Nossa Senhora de Fátima.
27/5: Atitude 67. Local: Empório Santa Maria.
31/5 a 3/6: 19º Encontro de Corais – Professor Darcysio Fritsch. Inscrições até 18/5. Realização: Prefeitura de Toledo – Secretaria da Cultura.
3/6: Feijoada Solidária do Rotary Club Toledo Integração em prol da Fundação Rotária, Lar dos Idosos e Casa de Maria. Kit para 2 pessoas: R$ 80,00, retirada na Casa da Amizade das 11h30 às 13h.
4/6: Warung Tour Ciudad del Este, Paraguai. Local: Gran Nobile Hotel & Convention.
10/6: 33ª Festa Nacional do Pinhão com Alexandre Pires + Bruno e Marrone, Lages, Santa Catarina.
17/6: UFC Vegas 75: Vettori x Cannonnier.
24/6: UFC Jacksonville: Emmett x Topuria.
15/7: 18º Encontro de Carros Antigos de São Bento do Sul (SC).
23/7: 25ª Maratona Internacional de Blumenau (SC).
5 e 6/8: 23ª Feira Ponta de Estoque da Acit. Local: Centro de Eventos Ismael Sperafico.
3/12: Fórmula Truck – Etapa Cascavel II.
Contagem regressiva...
Faltam 21 dias para o Dia dos Namorados, 30 dias para o Inverno, 83 dias para o Dia dos Pais, 124 dias para a Primavera, 214 dias para o Verão, 217 dias para o Natal e 224 dias para o Ano Novo 2024.
1370 — Massacre de Bruxelas: Entre seis e vinte judeus são assassinados e o resto da comunidade judaica é banida de Bruxelas, Bélgica, por supostamente profanar a Hóstia consagrada.
1871 — É iniciada a ofensiva das tropas de Adolphe Thiers contra a Comuna de Paris, na chamada Semana Sangrenta, resultando em 80 000 trabalhadores franceses mortos e no fim da Comuna de Paris.
1875 — Noruega introduz o sistema métrico decimal.
1958 — Tumultos no Ceilão se tornam um divisor de águas nas relações raciais de várias comunidades étnicas do Sri Lanka. O total de mortes é estimado em 300, principalmente de tâmeis.
1959 — Revolta das Barcas Rio-Niterói, levante popular que terminou na depredação da residência dos empresários da concessionária e a estatização do serviço.
2021 — Mau tempo mata 21 corredores na ultramaratona de 100 km (60 milhas) na Floresta de Pedra do Rio Amarelo, província de Gansu, na China. * Fonte: Wikipedia – A Enciclopédia Livre.
Municípios em festa
Hoje é aniversário dos municípios de Itaboraí (Rio de Janeiro) e Fernandópolis (São Paulo).
Happy birthday
HOJE (22) – Maria Rita Pozzebon (foto), Rodrigo Barbieri Bogo, Adriana Rossetto, Andréia Helena Marafon Malacarne, Joyce Borges e Claudio Ferreira.
Frase poética
Lúcio Aneu Séneca ou Sêneca foi um filósofo estoico e um dos mais célebres advogados, escritores e intelectuais do Império Romano.
“É grande quem sabe ser pobre na riqueza”. (Sêneca)